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 Efeitos e características de varios tipos de drogas.





No mundo dos dependentes químicos.


Olá amigos, tudo bem com vocês?

             Continuando o nosso assunto, no primeiro tópico comentamos que baseamos nossa pesquisa em alguns trabalhos já realizados. Para ser mais preciso, em dois trabalhos: “Particularidades e generalizações” da antropóloga Fernanda Delvalhas Piccolo e “Drogas um panorama no Brasil e no mundo” da também antropóloga Alba Zaluar. A primeira pesquisa, relata as várias experiências que Delvalhas viveu ao realizar um trabalho com usuários de drogas na cidade de Porto Alegre. Neste, a pesquisadora descreve as dificuldades que teve na aproximação com os dependentes químicos. Dificuldades que vão desde angústias internas, como medo e receio do que iria encontrar, até o temor de sofrer alguma violência física.

            Abrindo um parêntese, é bom lembrar que todos “achamos” que sabemos como é a vida de um dependente químico e são nestes momentos, de trabalho de campo, que percebemos como estereotipamos e generalizamos o que julgamos familiar.

            A segunda pesquisa, de Alba Zaluar, nos mostra o grande crescimento do uso de drogas no mundo, as tentativas, algumas frustradas, de repreensão, além de relatar os aspectos sociais e familiares que influenciam e contribuem para a iniciação do vício. Logicamente que estas descrições estão bem superficiais. Para uma melhor compreensão do trabalho de Alba Zaluar aconselhamos que acessem o link  

 

            Drogas: um panorama no Brasil e no mundo

 

Infelizmente (ou felizmente) para o texto "Particularidades e generalizações", a única forma de acesso e comprando o livro "Pesquisa urbanas: desafios do trabalho antropológico  de  Gilberto Velho e Karina Kuschnir.

Se possível analisem estes trabalhos, pois a partir dos próximos tópicos disponibilizaremos entrevistas realizadas com dependentes químicos e queremos que vocês participem.

 

Um abraço, e até breve. 

                       

                                                  Thiago Carmona e Cristiano Barcellos.

 



Escrito por Carmona às 23h22
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Conversa de um pai com seu filho de dez anos:

Filho preciso conversar com você um assunto muito sério: drogas.

 

Resposta do filho:

 

Tudo bem pai. Do que vamos conversar? Maconha? Eu sei um “pouquinho” o que é. Cientificamente é chamada de Cannabis Sativa, originária da Ásia Central. Seu princípio ativo que provoca a “viagem” é chamado de THC (Tetrahidrocanabiol) – neste momento o pai tenta interromper, mas não consegue –. Aqui no Brasil, continua o filho, ela é considerada uma droga ilícita e quem vende é preso como traficante. Mas se o senhor não quiser conversar sobre maconha, podemos falar sobre a cocaí... – Neste momento o pai interrompe e diz: deixa para depois filho.

È claro, querido internauta, que este diálogo é fictício, mas é bem provável que ele já tenha acontecido em muitos lares brasileiros. Na realidade, o que queremos é iniciar de um jeito não muito formal um assunto bastante sério e amplamente difundido hoje em dia: Drogas. No entanto, o que se percebe é que apesar desta grande  difusão de informações o resultado não tem sido o esperado, pelo contrário, a cada dia tem aumentado o número de dependentes químicos. E o que mais preocupa nesta situação é que os jovens são, cada vez mais, os maiores usuários de drogas.

            O que a sociedade brasileira deve fazer para acabar com este mal? Quais as ações que necessitam de ser tomadas?

            Não temos a pretensão de resolver estas questões (bem que queríamos). Na realidade o que desejamos é ir de encontro aos dependentes químicos e entender os vários fatores que os levaram ao vício e com isso analisar se a questão familiar é realmente relevante nestes casos. Para realizar este trabalho utilizaremos algumas pesquisas e trabalhos já realizados, além de entrevistas colhidas diretamente com dependentes químicos. Por isso, pedimos que acompanhe e divulgue este blog, pois queremos que de alguma forma ele auxilie quem está no mundo das drogas, além de impedir que outros entrem.   

 

Um abraço e até breve.

                                                              Thiago Carmona e Cristiano Barcellos.



Escrito por Carmona às 00h17
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